terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

(Not So) Sweet Seventeen

Tenho 17 anos. E só faço 18 daqui 4 meses. Mas senti falta de falar sobre esse meu décimo sétimo ano de vida, pra que ele não pareça tão insignificante como todos outros anos anteriores. (ou alguns deles)

Me lembro que um dia antes de completar dezessete, deitei na cama e pensei em como foi meus 16 anos. Como se estivesse fazendo um balanço de tudo o que rolou e de tudo que poderia melhorar no ano seguinte. A minha conclusão foi que meus 16 não tiveram nada demais, e que eu tinha que fazer algo para que a próxima idade não fosse um fracasso também.

Acontece que falar é bem fácil, fazer é que é difícil. Apesar de meus 17 não terem sido lá como planejei e muitas coisas terem saído completamente diferente do que eu jamais teria imaginado, ele foi marcante. Muito marcante. Porque várias coisas começaram, acabaram, ciclos na minha vida completaram, e eu tinha 17.


Então, no final das contas, meus 17 anos foram maravilhosos, com todos aqueles erros e acertos e coisas que não fiz, fiz ou que não deveria ter feito. Foi legal, porque pela primeira vez, quando eu for fazer o balanço, terei a sensação de dever cumprido. Pelo menos, se meus 18 não tiverem nada, saberei que esses post marca uma das fases da minha vida e levarei isso pra sempre. Talvez o ano não tenha sido exatamente como eu queria, mas foi do jeito que era pra ser.

E se eu achar que ele não foi suficiente pra fazer tudo que eu gostaria de fazer, ainda tenho até Junho pra resolver. E tenho também os 18 anos, 19, 20, 21... e assim por diante, até onde Deus e a vida me deixarem ir.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Novas citações, novos rumos, novas direções...

...Novas vidas, novas pessoas, novos acontecimentos, novas conversas, novos sorrisos, novos lugares....

    ...Porém as mesmas inseguranças, mesmos problemas, mesma nostalgia, mesmos medos, mesma pessoa, tudo igual.




Tudo igual.. até quando algo mudar. À menos se a mudança continuar a mesma coisa.

domingo, 10 de outubro de 2010

Felizes, rumo à América do Sol*

Lily me viu precocupada com o que aconteceria. Eu estava, mas na maior parte do tempo eu pensava em alguma forma de resolver e não pensar muito que tudo estava perdido... Mas Lily não entendia isso.
Apesar do momento que estávamos passando, eu pensei:  ''Meu Deus, tem como piorar?'' Na verdade tinha, Lily de repente começou com seu surto de livro de auto-ajuda pra me animar. Sim, ''animar''..
Ela disse:
_ Você se preocupa demais com isso, deveria nem dar importância... (ignorei isso)
_ Olhe pra mim. Aliás, olhe para o céu. -Eu olhei, ainda não entendendo o que ela queria...
_ Está vendo? O sol? Então, é pra lá onde vamos, e quem tem essa pretensão, não se importa em superar coisas menores...
Eu achei meio bobo o que ela disse, mas depois que parei para pensar, percebi que tinha razão...

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A arte e suas figuras de linguagem

Lily,

Exercitando um pouco mais a anti-poesia, eu estava pensando: A arte é a única coisa que faz a pior das tragédias se tornarem tão bonitas. Sim, porque, desde os tempos de Shakespeare em que tinham muitas peças para distrair as pessoas, nenhuma foi tão marcante e bonita quanto Romeu e Julieta.
Penso que o choque seja o ingrediente pra deixar as pessoas impressionadas, já que o ser humano é um belo de um hipócrita: se acha forte demais, mas nunca suporta o que a vida tem realmente à mostrar...
Depois dessa digamos...''teoria'' cheguei a conclusão de que a arte é um eufemismo que tenta nos enganar de que a realidade não é tão ruim assim., ela faz isso pra nos enrolar e as coisas parecerem mais bonitas ou fáceis de resolver. Isso é o que eu chamo de besteira poética, mas... já outra coisa, com certeza um ótimo assunto para a próxima carta.
Pense nisso também Lily, quero que tenha argumentos bem convincentes quando formos discutir..
Até mais,
Julia.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Music On: Pixie Lott

Essa música aparentemente não tem nada de mais; parece só um hit qualquer de uma cantora pop. Mas, quem der atenção à letra e à mensagem que a música quer passar, entende porque eu digo que essa é umas das letras mais espontâneas, inteligentes e maduras que eu já vi. Ah, se todos tivessem essa mesma forma doce e desencanada de enfrentar os problemas da vida como Pixie Lott. É difícil, mas talvez nem seja tanto assim... E no music on de hoje: Turn It Up.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Citações (qualquer parte)

Às vezes eu só queria parar de pensar e não acreditar em mais nada... Mas eu não consigo e parece ficar tudo mais difícil.

sábado, 25 de setembro de 2010